A doença do teletrabalho
síndrome de burnout e suas consequências enraizadas nessa modalidade de trabalho
Palavras-chave:
exaustão emocional, delimitação trabalho-vida, políticas organizacionais preventivasResumo
Analisa-se a associação entre teletrabalho e Síndrome de Burnout, considerando a expansão do trabalho remoto no contexto da pandemia de COVID-19 e seus efeitos sobre a saúde mental ocupacional. A Síndrome de Burnout é caracterizada por exaustão emocional, despersonalização e redução da realização pessoal no trabalho. A pesquisa, de natureza bibliográfica, busca identificar fatores de risco próprios do teletrabalho, com ênfase na diluição de fronteiras entre vida pessoal e profissional, isolamento social e pressões constantes por produtividade, bem como examinar repercussões psicológicas e físicas atribuídas ao esgotamento. A metodologia consiste em revisão de literatura com seleção e análise crítica de fontes em bases acadêmicas (SciELO, Google Scholar e Biblioteca Digital da UniCesumar), utilizando descritores relacionados a esgotamento profissional, home office e saúde mental do trabalhador, além de marcos normativos (Consolidação das Leis do Trabalho e normativas do Ministério da Saúde, entre outros documentos). Resultados sintetizados indicam correlação entre o teletrabalho e maior risco de desenvolvimento ou agravamento do Burnout, com manifestações como exaustão, ansiedade e depressão, e apontam a necessidade de estratégias preventivas organizacionais, incluindo definição de limites de jornada, equilíbrio trabalho–vida e programas de apoio psicológico. Amostra, critérios de inclusão/exclusão e procedimento de análise das fontes: Não informado no texto.
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Referências
BRASIL. Decreto-lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho.
BRASIL. Ministério da Saúde. Síndrome de Burnout. Brasília, DF.
Ministério da Saúde do Brasil. Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde / Ministério da Saúde do Brasil, Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil; organizado por Elizabeth Costa Dias; colaboradores Idelberto Muniz Almeida et al. – Brasília: Ministério da Saúde do Brasil, 2001.
MELO, J. D. Home Office é responsável pelo aumento de adoecimento no mundo do trabalho. Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União – Fenajufe, 2020.
VALIO, M. R. B. Síndrome de Burnout e a responsabilidade do empregador. São Paulo: LTr, 2018.
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